Desde que me formei psicanalista, escutei incontáveis relatos sobre perdas e as várias formas de luto. Esse tema é profundo e parcialmente inescapável a todos nós. Lidar com o luto não só revela muito do humano, como expande o próprio campo da psicanálise online. Quero compartilhar minha visão e experiência em como o atendimento online facilita esse processo, levando apoio, escuta qualificada e acolhimento para brasileiros em qualquer lugar do mundo.
O que é luto? Um olhar psicanalítico sobre perdas
Quando falo de luto, não me refiro apenas à morte de entes queridos. Há várias formas de perdas capazes de provocar um processo de luto psíquico: fim de relacionamentos, mudanças drásticas, perda do emprego, diagnósticos de doenças graves, ou até a saída de casa dos filhos. Freud já explorava esse conceito ao diferenciar o luto normal do chamado luto patológico ou melancolia.
No luto, aquilo que foi embora também permanece conosco, como se a ausência continuasse a ocupar espaço psíquico. A tarefa é, justamente, reconhecer essa presença-ausência, viver o processo, ressignificar e, aos poucos, retomar a vida.
Viver o luto não é esquecer; é integrar a perda à própria história.
A psicanálise online se propõe a ajudar nesse percurso. Como psicanalista, compreendo o luto como um processo próprio, singular, sem uma receita exata ou um tempo determinado.
A pandemia e o cenário brasileiro de perdas
Nos últimos anos, principalmente no contexto da pandemia, notei um aumento expressivo nos relatos relacionados ao luto. De acordo com dados oficiais, o Brasil registrou 1,43 milhões de mortes em 2023. Também chama atenção a queda de nascimentos e a grande quantidade de perdas precoces, como as que constam no relatório sobre luto parental.
Esses números representam pessoas, laços, histórias interrompidas. A dor se impõe e, sem um espaço para elaboração, pode congelar a vida, provocar adoecimento ou dificultar relações.

Ciclos do luto: etapas ou movimento?
Os manuais gostam de separar o luto em etapas: negação, raiva, barganha, depressão, aceitação. Mas, na prática, cada pessoa caminha em seu próprio ritmo e ordem. Em meu consultório online, vejo clientes oscilando entre diferentes sentimentos, voltando a fases anteriores ou experimentando novas emoções.
- Choque ou torpor inicial, onde parece impossível absorver a dimensão da perda.
- Sentimentos de revolta, injustiça, questionamentos existenciais (“por que comigo?”).
- Momentos intensos de tristeza e saudade.
- Períodos de imensa solidão.
- Instantes de resgate de memórias e busca por continuar vivendo.
O luto não é uma linha reta; é uma travessia que pede respeito ao próprio tempo interno. Ninguém tem a obrigação de “ficar bem” rápido, nem a dor desaparece porque o tempo passou. Entender isso já é, por si só, gerador de alívio.
Em minha experiência, costumo ressaltar que as emoções não precisam ser censuradas ou justificadas. O espaço analítico existe para permitir o encontro e confronto com elas.
Quando procurar ajuda? Os sintomas do luto complicado
Uma das perguntas que recebo com frequência é: quando o luto deixa de ser normal e passa a necessitar de intervenção psicanalítica?
Segundo a OMS, o luto prolongado passou a ser considerado um transtorno mental em 2022. Isso significa que, quando a dor persiste de modo intenso por meses, paralisando a vida diária e impedindo o funcionamento mínimo, pode ser sinal de luto complicado.
Alguns sinais para ficar atento:
- Tristeza que não diminui e fica insuportável por longos períodos.
- Dificuldade em voltar às atividades, inclusive de autocuidado.
- Sentimento duradouro de culpa excessiva ou autodepreciação.
- Desinteresse pela vida ou desejo de estar junto do ente perdido.
- Quadros depressivos ou ansiosos intensos, que não melhoram sozinhos.
O apoio especializado se torna fundamental quando a dor ocupa tudo e a pessoa se perde de si mesma.
Como a psicanálise online pode ajudar no luto
Quero compartilhar meu olhar sobre como o atendimento psicanalítico online amplia as possibilidades de suporte ao enlutado. Trabalho com brasileiros em diferentes países, transmitindo segurança, sigilo e escuta qualificada, seja por videoconferência ou WhatsApp.
A grande vantagem é levar o espaço analítico para onde o cliente estiver. Seja morando em pequenas cidades no interior do Brasil ou em grandes metrópoles no exterior, o acolhimento psicanalítico chega de forma ética, respeitosa e adaptada às necessidades de cada pessoa.
Poder falar sobre a perda de forma aberta e sem julgamentos é fundamental para recomeçar o processo de viver.
Meu compromisso como psicanalista online
Desde o início, garanto que cada sessão tenha:
- Sigilo absoluto.
- Respeito às diferenças culturais e às singularidades de cada história.
- Paciência diante de repetições e silêncios, tão comuns nesse percurso.
- Ausência de julgamento, mesmo diante de sentimentos conflitantes, como raiva do falecido ou sensação de alívio.
- Prática ética, com horários flexíveis e um espaço para dúvidas antes de iniciar o acompanhamento.
Muitas vezes, o caráter online permite que o cliente se sinta ainda mais confortável para abrir sua intimidade, especialmente quando está distante da família ou deseja preservar a privacidade nas pequenas cidades.
O luto pede escuta, e a escuta pede confiança.
O luto parental: a dor que cala fundo
Quero destacar uma dimensão do luto que ocupa lugar sensível em minha prática: o luto parental. A perda de um filho – seja durante a gestação, no nascimento ou em qualquer idade – representa uma dor profunda, muitas vezes permeada por silenciamento social.
No Brasil, a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental foi instituída já reconhecendo a importância do acompanhamento especializado. Só entre 2020 e 2023, ocorreram 172.257 óbitos fetais registrados.
Trabalhar o luto parental em psicanálise é lidar com todas as camadas de dor: o vazio, a culpa, a sensação de injustiça e até o medo de nunca mais voltar a se alegrar. Para muitas mães e pais, esse luto é também solitário, porque há uma expectativa silenciosa de “seguir em frente” ou “superar rápido”.
Como psicanalista, afirmo: cada história parental merece ser ouvida e cuidada, sem economias de palavra ou tempo.

O luto nas culturas: perdas, rituais e diferenças
O modo como o luto é vivido depende muito do contexto cultural, dos laços comunitários e das práticas familiares. Em minha atuação online recebendo brasileiros residentes no exterior, ouvi muitos relatos que ilustram esses contrastes.
- No Brasil, funerais costumam ser rápidos e repletos de homenagens, com encontros de amigos e familiares.
- Em outros países, o luto pode ser marcado por longos períodos sem ver os entes, distância física, ou rituais minimalistas.
- Há países onde manifestações emocionais são vistas como inadequadas em público; em outros, o luto é demonstrado até por meses nas roupas e hábitos sociais.
Essa pluralidade precisa ser considerada no acompanhamento psicanalítico. O luto online permite que tradições, saudade do país, e diferenças culturais sejam integradas ao processo, sem imposição de valores universais.
Não existe uma forma certa ou errada de sofrer uma perda; o importante é encontrar espaço para viver e reelaborar a dor.
Aspectos práticos do atendimento psicanalítico online para luto
Muitos clientes chegam até mim com dúvidas práticas sobre como funciona o atendimento psicanalítico online voltado ao luto. Quero esclarecer alguns pontos essenciais:
- As sessões são feitas pelo computador, celular ou tablet, respeitando o melhor canal de comunicação para o cliente (videoconferência ou WhatsApp).
- Cada encontro tem duração de cerca de 1 hora, com horários flexíveis inclusive para diferentes fusos, já que atendo brasileiros em qualquer lugar do mundo.
- Todo o contato é sigiloso, sem gravação, com confiança total na privacidade do cliente.
- O acompanhamento pode ter duração variável, de acordo com a necessidade e ritmo da pessoa.
- Há possibilidade de orientação para familiares que também estejam sentindo dificuldade de lidar com perdas.
No site de boas-vindas explico com mais detalhes como é o processo de agendamento e esclareço pontos para quem está inseguro em começar. Sei que dar o primeiro passo é difícil, mas é também um movimento de cuidado consigo.
Transformando a dor: como o luto pode abrir espaço para o autoconhecimento
Ao longo dos anos como psicanalista, percebo que processos de luto autenticam o que há de mais humano em nós: a fragilidade, a força, o medo de seguir e a vontade de prosseguir. A dor pode nos ensinar a reorganizar prioridades, rever relações, aprender sobre limites e até nos abrir afetivamente para outras pessoas.
Costumo receber relatos assim:
- “Achei que nunca mais fosse sorrir, mas retomei pequenas alegrias.”
- “Ainda sinto saudade, mas já não dói igual.”
- “Compreendi que algumas memórias podem ser celebradas, e não só choradas.”
Não busco apagar o sofrimento, e sim ajudar a construir um modo de convivência com ele, menos paralisante e mais criativo.
A saudade nem sempre precisa virar sofrimento; pode virar legado, memória e sentido.
Por que a escuta sem julgamento é tão fundamental no luto?
No atendimento online, percebo que o que mais faz diferença para quem está enlutado é a possibilidade de falar sem temer interpretações rápidas, conselhos prontos ou frases vazias do tipo “vai passar”.
É comum ouvir de amigos e parentes:
- “Você tem que ser forte.”
- “Já faz tempo, está na hora de seguir.”
- “Pense nas coisas boas.”
Essas frases, mesmo bem-intencionadas, podem causar dor. Como psicanalista, recebo cada palavra e silêncio com respeito pelo tempo de elaboração, abrindo espaço para sentimentos contraditórios ou ambivalentes sem tentar resolver de imediato.
A escuta psicanalítica transforma a experiência dolorosa em história narrada, sem pressa ou cobrança de “resultado”.
A infância, perdas e luto: como abordar o tema com crianças
Uma das situações mais delicadas é comunicar e acolher crianças diante de alguma perda significativa. Muitas famílias chegam até mim buscando orientação sobre como lidar com a perplexidade infantil diante da morte de avós, parentes, animais de estimação ou mesmo mudanças importantes.
Recomendo algumas atitudes cuidadosas:
- Dizer a verdade com palavras que a criança entenda, sem criar fantasias perigosas.
- Deixar que ela se expresse, mesmo que seja por meio de desenhos, brincadeiras ou silêncios.
- Estar disponível para responder perguntas, mesmo que se repitam muitas vezes.
- Permitir que sintam saudade e tristeza, não exigindo reações “felizes” o tempo inteiro.
- Respeitar o tempo e a personalidade da criança, sem apressar “reagendamentos” de rotina.

A psicanálise online também acolhe mães, pais e cuidadores nesse processo, abrindo diálogo e oferecendo suporte para que possam acolher os pequenos com mais segurança e serenidade.
Solidão, afastamento social e luto na contemporaneidade
Vivemos hoje uma época marcada por conectividade digital, mas muitos relatam solidão intensa, principalmente no luto. Encontrei clientes em diferentes partes do mundo que, ao perderem entes queridos, sentem-se deslocados, sem poder viajar para funerais, sem família por perto, vivendo rituais “pela tela”.
Esse contexto me faz enxergar ainda mais valor na psicanálise online como fonte de pertencimento. Em sessões, criamos juntos rituais simbólicos – desde acender uma vela e compartilhar memórias, até escrever cartas ou definir momentos de silêncio para homenagear quem partiu.
Ninguém precisa atravessar o luto sozinho, e o suporte online pode ser a ponte que liga distância e acolhimento.
Elaboração do luto: caminhos possíveis na escuta
O processo de elaboração do luto é, para mim, um trajeto subjetivo repleto de idas e vindas. Algumas estratégias podem favorecer a travessia dessa estrada:
- Narrar a experiência da perda, com detalhes, fantasias e sentimentos contraditórios.
- Revisitar memórias sem medo de dor ou de nostalgia.
- Permitir sentimentos ambíguos: raiva, alívio, amor, culpa podem coexistir.
- Buscar novos significados para a ausência e reconstruir projetos de vida possíveis.
- Desenvolver pequenas ações diárias que tragam sentido, mesmo quando faltar ânimo.
A psicanálise online vai além do “falar sobre a morte”: propõe uma escuta ativa, atenta aos gestos, silêncios e repetições.
Luto e saúde mental: quando perdas escancaram outras feridas
O luto, frequentemente, reativa histórias antigas. O falecimento de alguém pode trazer à tona questões familiares não resolvidas, traumas infantis ou sentimentos de abandono. Por isso, é comum que, ao buscar ajuda para o luto, a pessoa descubra outras áreas que pedem cuidado.
Vejo na minha prática online como perdas funcionam, muitas vezes, como convite para autoconhecimento ampliado, beneficiando todos os âmbitos da vida psíquica: relações, projetos, autoestima.
Cada perda é um recomeço, diferente dos anteriores.
O papel dos grupos de apoio e da comunidade
Além do acompanhamento individual, grupos de apoio ao luto podem ser valiosos para algumas pessoas. A troca de experiências, mesmo em ambiente virtual, representa alívio e compreensão, já que todos ali compartilham dores semelhantes.
Há clientes que preferem o espaço individualizado, mas não descarto a possibilidade de trabalhar, em casos específicos, indicações para grupos online, onde é possível sentir pertencimento e escuta coletiva. No entanto, tudo sempre depende do desejo e da disposição de cada um.
O mais importante é sentir-se acolhido de verdade. Isolamento só piora a dor.
A força transformadora dos pequenos rituais pessoais
Com o distanciamento físico da contemporaneidade, busco incentivar clientes a criarem seus próprios rituais de homenagem e elaboração. A criatividade e o simbolismo ajudam a processar o que, às vezes, parece impossível de ser elaborado apenas com palavras.
Alguns exemplos que já presenciei ou recomendei:
- Escrever cartas para quem partiu (mesmo sem enviar).
- Montar um pequeno memorial ou altar com objetos afetivos.
- Escolher uma música especial para escutar em datas marcantes.
- Criar um diário de saudades, desenhando ou escrevendo sentimentos.
- Acender uma vela, plantar uma árvore, doar algo em nome de quem se foi.
Esses gestos, muitas vezes pequenos, transformam a dor silenciosa em ação concreta e sentido.

O luto e os sub-registros no Brasil: invisibilidade das dores
Outro aspecto que merece atenção na realidade brasileira são os chamados sub-registros de óbitos, especialmente de bebês, como revela o IBGE. Em 2022, muitos falecimentos deixaram de ser registrados, principalmente de recém-nascidos.
Essa invisibilidade amplia a sensação de desamparo das famílias. Ofereço em meu atendimento escuta sensível também para esses casos, onde a dor da perda é agravada pela ausência de reconhecimento oficial ou social.
Cada história de perda, registrada ou não, tem direito ao cuidado, ao respeito e à palavra.
Redes de cuidado e referências brasileiras na psicanálise do luto
A trajetória da psicanálise no Brasil, especialmente na abordagem de perdas, mostra como o tema vem sendo incluído nas políticas públicas e no debate sobre saúde mental. Destaco iniciativas recentes e especialistas que vêm ampliando a compreensão e o acolhimento do luto, como aponta a MEJC-UFRN.
No site, aprofundei um pouco sobre referências e história da psicanálise brasileira, caso queira saber mais sobre o contexto nacional e os profissionais de destaque.
Diferenças entre luto, melancolia e depressão
É comum pessoas confundirem luto com depressão ou com estados melancólicos. Eu, enquanto psicanalista, costumo explicar assim:
- No luto, a tristeza tem alvo definido e está relacionada à perda.
- Na melancolia, muitas vezes a pessoa sequer consegue nomear o motivo de tanta dor e autodepreciação.
- Na depressão, há convergência de sintomas (apatia, desejo de isolamento, perda de prazer), sem sempre uma relação direta com perda específica.
O cuidado psicanalítico se ajusta a cada uma dessas situações, respeitando história, contexto e sofrimento.
Traumas antigos e luto recente: como se conectam?
No acompanhamento online, há situações em que o processo de luto funciona como uma espécie de “gatilho” para lembranças e traumas antigos. Uma perda recente pode reativar medos infantis, carências não elaboradas e angústias de abandono.
Por isso, a psicanálise online é potente: ao abordar a dor atual, permite acessar camadas profundas da vida psíquica.
O espaço da fala, o respeito ao tempo interno e a possibilidade de interpretação conjunta abrem novos sentidos e aliviam o sofrimento repetitivo.
Desconstruindo tabus: falar sobre a morte ainda é um desafio
Apesar de a morte ser um fato universal, muitos evitam falar abertamente sobre o tema, como se o silêncio pudesse evitar o sofrimento. Em minha prática, percebo que o tabu só faz crescer o medo, agravar a dor e dificultar pedidos de ajuda.
A psicanálise, presencial ou online, desafia esses silêncios. Meu trabalho é, justamente, garantir escuta ativa para falar do que mais assusta e, no tempo do cliente, diminuir o peso do indizível.
Aquilo que cala, adoece. Aquilo que é dito, transforma.
Como escolher o psicanalista online ideal para luto?
Entendo que a confiança é fundamental. Escolher um psicanalista online experiente, que respeite diferenças, assegure sigilo e demonstre real disponibilidade faz toda a diferença no sucesso do acompanhamento.
Caso você esteja em São Paulo ou em outro estado, saiba que atendo de qualquer localidade, e atendo também clientes fora do país. Cuido para que o primeiro contato seja acolhedor, amplo para dúvidas e respeitando sua história.
O início da travessia: por que buscar acompanhamento é um ato de cuidado?
Decidir iniciar acompanhamento em psicanálise online não é “pedir socorro”, mas praticar um ato de autocuidado. O luto, quando elaborado com apoio, transforma-se em força, legado e possibilidade de novos sentidos para a vida.
Se quiser saber mais sobre a travessia pessoal pelo sofrimento, escrevi um artigo especial sobre o tema em você e a sua própria travessia.
Buscar ajuda é sinal de coragem, humildade e vontade de continuar vivendo com autenticidade.
O atendimento psicanalítico online para brasileiros no exterior
Tenho clientes em todos os continentes. Brasileiros fora do país, muitas vezes, sentem dupla solidão: a do luto e a da distância. O atendimento online permite reencontrar laços com a própria cultura, acolher saudade e resgatar pertencimento, mesmo longe da terra natal.
Cada sessão é um convite ao diálogo com partes de si que, por vezes, pareciam irrecuperáveis. A psicanálise, adaptada ao universo online, é ponte de conexão, apoio e escuta humanizada onde quer que você esteja.
Conclusão: o luto pode ser caminho de cuidado, não de isolamento
Em todos esses anos de atuação, percebo que o luto não pede fórmulas prontas, mas presença, escuta e respeito. Como psicanalista online, ofereço isso para brasileiros em todo o mundo: um espaço seguro, ético e sigiloso, para que cada um viva a sua travessia com dignidade e possibilidades de transformação.
Se está passando por perdas, convido você a agendar uma conversa. Juntos, podemos construir sentido e novos caminhos, respeitando o tempo, o silêncio e a intensidade da sua história.
Perguntas frequentes sobre luto na psicanálise online
O que é luto na psicanálise online?
A psicanálise entende o luto como um processo psíquico de elaboração diante de uma perda significativa, seja de pessoas, relações, projetos ou situações. No atendimento online, o luto é trabalhado a partir da escuta qualificada, permitindo que o paciente expresse livremente seus sentimentos, dúvidas e sofrimentos. Por videoconferência ou WhatsApp, a psicanálise online oferece um espaço seguro e sigiloso para a elaboração dessa dor, adaptando-se à rotina e à realidade do enlutado onde ele estiver.
Como funciona a psicanálise para lidar com perdas?
No meu trabalho, o processo envolve sessões semanais ou quinzenais, onde o paciente tem liberdade para falar, silenciar, chorar, questionar ou repetir histórias. O foco é acolher as emoções, explorar lembranças, dar novos significados à ausência e construir possibilidades de continuidade da vida.A psicanálise oferece instrumentos para ressignificar a dor e buscar autoconhecimento durante o luto, sem impor tempo ou fórmulas prontas para “superação”. O acompanhamento promove autoacolhimento e respeito ao ritmo singular de cada pessoa.
É eficaz fazer psicanálise online para luto?
Sim. Atendo diariamente clientes que, mesmo distantes do consultório físico, sentem-se profundamente acolhidos na modalidade online. Estudos e minha própria experiência mostram que a psicanálise online é tão eficaz quanto a presencial, oferecendo escuta qualificada, sigilo e suporte humano de qualidade. A praticidade e flexibilidade do online ainda ampliam o acesso e favorecem o conforto emocional do paciente, que pode estar em qualquer lugar do mundo.
Quanto custa a psicanálise online para luto?
Os valores podem variar conforme a frequência das sessões, duração do acompanhamento e especificidades de cada caso. Prefiro sempre conversar previamente com o cliente para alinhar expectativas e possibilidades. Trabalho com transparência e ética, ajustando valores dentro da realidade de cada pessoa e respeitando o compromisso com o acolhimento e a qualidade do atendimento. Para saber detalhes sobre custos, entre em contato e agende uma conversa inicial.
Onde encontrar psicanalistas online para luto?
Sou Manoela Santos, psicanalista online, e atendo brasileiros em qualquer estado ou país, com foco no atendimento acolhedor, ético e sigiloso. Você pode agendar uma conversa comigo, tirar dúvidas e iniciar seu processo de acompanhamento entrando em contato pelo formulário ou WhatsApp disponíveis no meu site. Sempre busco garantir que o primeiro contato seja respeitoso, seguro e aberto para as necessidades de cada pessoa. Conheça também conteúdos sobre saúde mental, referências e dúvidas comuns no site.
