Ao longo dos anos atuando como psicanalista clínica, eu vi de perto o sofrimento silencioso de pessoas que convivem com a dificuldade para dormir. Não se trata apenas de um incômodo noturno. É uma experiência que, muitas vezes, atravessa a existência, afeta relações, humor, capacidade de lidar com desafios e até mesmo a saúde física. Já ouvi relatos de quem passa a noite em claro, ou tem sono agitado, desperta diversas vezes e acorda cansado. O peso disso tudo vai além da cama, se espraia pelo dia a dia, tornando tudo mais difícil.

A insônia e outros distúrbios do sono podem ter raízes profundas. Para mim, é fundamental olhar para essa questão de forma ampla: há fatores biológicos, psicológicos, emocionais e sociais envolvidos. Mas, neste texto, quero propor uma reflexão cuidadosa sobre os aspectos psicanalíticos da dificuldade para dormir. Afinal, nosso inconsciente também ocupa o travesseiro ao nosso lado.

Cada vez mais percebo, na minha prática, a procura crescente de brasileiros em todo o mundo pelo atendimento online em psicanálise, como o que ofereço por meio da Manoela Santos – Psicanalista online, em busca de um espaço seguro para falar desse tipo de angústia. A escuta sensível e sigilosa é ainda mais necessária quando o silêncio da noite amplifica ansiedades ou torna insuportável o próprio pensamento.

Nesta jornada, vou apresentar explicações, relatos clínicos (sempre resguardando o sigilo), principais conceitos da psicanálise, estudos recentes e dicas valiosas sobre o sono. Você vai compreender como, através do trabalho psicanalítico online, é possível lançar luz sobre as camadas inconscientes ligadas ao dormir, e retomar o direito profundo ao descanso.

O sono é muito mais do que fechar os olhos: ele revela a alma.

O impacto da dificuldade para dormir na vida

Se antes o sono era visto apenas como uma necessidade biológica, hoje entendo que ele é parte essencial de nossa saúde emocional. E os dados não mentem: segundo a Fundação Oswaldo Cruz, divulgada pelo Ministério da Saúde, cerca de 72% dos brasileiros apresentam alterações do sono, incluindo insônia (alterações do sono).

Esses números impressionantes mostram que, ao contrário do que muita gente pensa, dificuldade para dormir não é frescura nem algo raro. Eu mesma percebo, ao conversar com pacientes espalhados pelo Brasil e no exterior, que as queixas variam desde:

  • Demorar muito para pegar no sono
  • Despertar várias vezes durante a noite
  • Acordar muito cedo e não conseguir voltar a dormir
  • Ter sono agitado, com pesadelos recorrentes

Além do cansaço físico e da sensação de exaustão, a dificuldade para dormir frequentemente desencadeia outros problemas:

  • Redução da concentração e da memória
  • Irritabilidade e mudanças de humor bruscas
  • Dificuldade em tomar decisões
  • Baixa produtividade, prejuízo no trabalho ou nos estudos
  • Relações afetivas marcadas por tensão e impaciência

Além disso, a ciência mostra que dormir mal impacta diretamente a saúde do corpo. O InCor/USP divulgou um estudo no qual pessoas com sono irregular têm 48% mais risco de desenvolver hipertensão arterial (sono irregular e hipertensão).

Não é exagero dizer que o sono, ou sua falta, dirige nossos dias e noites. Mas, afinal, por que dormir se tornou tão difícil para tantas pessoas?

Quarto escuro com pessoa acordada deitada na cama

O sono: muito além do físico

Já ouvi incontáveis vezes "meu corpo está exausto, mas minha mente não para!". Essa frase ilustra bem um dos pontos centrais da compreensão psicanalítica do sono: dormir não depende apenas do organismo. Nossa mente (consciente e inconsciente) também se manifesta na insônia.

Na visão que trago da psicanálise, o sono é fruto de uma tensão delicada entre forças internas. Ele exige que possamos nos desprender (mesmo que por algumas horas) dos problemas, obrigações, pensamentos obsessivos e preocupações excessivas. Dormir demanda certa entrega, quase como se fosse preciso "confiar" que é possível desligar sem perder o controle.

O sono natural demanda confiança em si mesmo e na própria vida.

Ao observar pacientes com dificuldade para dormir, percebo algumas questões subjetivas recorrentes:

  • Dificuldade de “desligar” a mente do controle e planejamento
  • Ansiedade por querer prever tudo, inclusive o que irá sonhar
  • Sentimento de alerta constante, medo do que pode acontecer ao adormecer
  • Excesso de autocrítica ou preocupações com julgamentos alheios
  • Medos inconscientes, muitas vezes sem forma clara

Como psicanalista online para brasileiros, testemunho que essas questões se apresentam em qualquer lugar do mundo. Não importa o fuso horário, o sofrimento psíquico atravessa fronteiras. Por isso, sempre lembro a cada pessoa acolhida no atendimento: há sentido a ser encontrado nesses sintomas. Entender o porquê do sono não vir é, muitas vezes, o primeiro passo para superar a insônia.

O que é a insônia sob o olhar da psicanálise?

O conceito de insônia costuma ser entendido como a dificuldade persistente para iniciar ou manter o sono, ou ainda acordar antes da hora desejada. No entanto, para mim, a definição psicanalítica amplia esse olhar e pergunta: “O que impede esse sujeito de se entregar ao repouso?”

Sigmund Freud, pai da psicanálise, já abordava a função do sono como momento de relaxamento das exigências conscientes, quando o inconsciente pode se manifestar, principalmente através dos sonhos. Mas, se algo está impedindo esse livre trânsito entre as esferas psíquicas, o sono não acontece de forma restauradora.

Gosto de pensar que a insônia pode ser um sintoma que denuncia conflitos, angústias, desejos reprimidos, situações mal elaboradas, algo não resolvido querendo vir à tona. Isso não significa, é claro, que todo quadro de insônia tem fundo exclusivamente emocional. Mas, sempre que existirem aspectos subjetivos, é fundamental prestar atenção e abrir espaço para a escuta sensível.

Na prática clínica, costumo perceber três tipos principais de insônia sob o olhar psicanalítico:

  • Insônia inicial: dificuldade de adormecer, marcada por pensamentos acelerados, ansiedade diante do silêncio noturno e receio em “desligar” do controle
  • Insônia intermediária: despertares frequentes durante a noite, muitas vezes acompanhados de sensações de medo, pesadelos, vontade de checar mensagens, ou preocupação em excesso
  • Insônia terminal: acordar muito cedo e não conseguir retornar ao sono, frequentemente associada à antecipação ansiosa dos desafios do dia ou sentimentos de tristeza e vazio

Todas essas formas são legítimas, e merecem atenção. Em muitos casos, se tornam crônicas e afetam outros âmbitos da vida.

Ouvir o sintoma é o caminho para a transformação.

Os caminhos do inconsciente: o que “não deixa” dormir

No trabalho que desenvolvo com meus pacientes, percebo que o sono é, muitas vezes, o terreno onde o inconsciente se expressa com maior liberdade. Quando não conseguimos dormir, é como se algo dentro de nós insistisse em ser olhado.

Freud dizia que o sono representa uma suspensão parcial da censura do ego. Isso significa que, durante o repouso, as ideias, desejos e memórias reprimidas podem aparecer (ou ameaçar aparecer) nos sonhos. Muitas pessoas relatam medo de sonhar ou de se deparar com conteúdos desagradáveis durante o sono.

Do ponto de vista psicanalítico, costumo observar:

  • Pensamentos recorrentes sobre situações de frustração no trabalho, estudos ou relações
  • Culpa por algo do passado ou preocupação excessiva com o futuro
  • Sentimentos de abandono, rejeição, perda ou luto não elaborados
  • Momentos de mudanças importantes, onde há insegurança (mudança de país, separação, maternidade/paternidade, adoecimento, etc.)

A insônia, para mim, pode ser uma defesa: uma maneira do psiquismo evitar sonhos angustiantes, pesadelos, ou mesmo pensamentos associados à ansiedade e ao sofrimento psíquico.

Ilustração mente subconsciente refletida no travesseiro à noite

O medo do sono: entre o controle e a vulnerabilidade

Em alguns casos, e isso percebo muito nos atendimentos online, há um medo inconsciente de perder o controle. Dormir significa, de certo modo, abrir mão da vigília, permitir-se "desaparecer" por alguns instantes, confiar que tudo ficará bem. Essa vivência de vulnerabilidade pode ser angustiante para quem tem históricos de traumas, perdas repentinas, insegurança, hiper-responsabilidade, entre outros fatores.

Assim, a dificuldade para dormir pode funcionar como uma tentativa (inconsciente) de se proteger. Ficando acordado, supostamente, se evita o contato com vivências dolorosas ou ameaçadoras que aparecem no sono – ou até mesmo a sensação de desamparo.

Às vezes, não dormir é uma forma de se proteger do próprio sonho.

O papel dos sonhos e dos pesadelos

Outro ponto central que percebo nos relatos de pacientes é o incômodo com sonhos ou pesadelos repetitivos. O sonho, para a psicanálise, é realização disfarçada de desejos reprimidos. Nem sempre esses desejos são conscientes, e muitos podem ser assustadores ou desconfortáveis.

Pessoas em luto, com traumas ou duelos emocionais, frequentemente relatam sono agitado. Situações não resolvidas do passado podem retornar de forma simbólica nos sonhos, gerando angústia e, por vezes, contribuindo para o medo de adormecer.

Por isso, ser sua própria travessia pode significar enfrentar, com apoio profissional, o que está por trás desses sonhos e dar novo significado a sentimentos doloridos.

O ambiente, a rotina e o contexto sociocultural

Apesar de focar aqui nas questões psicanalíticas, é impossível separar totalmente o sono das condições externas. O contexto social, econômico e familiar também deixa marcas profundas na alma e no repouso.

Estudos publicados pela FSP-USP mostraram que, durante a pandemia de COVID-19, fatores como dormir menos de seis horas, tristeza frequente, morar em metrópoles, ter mais de 40 anos e viver em condições econômicas precárias aumentam a chance de apresentar sintomas de insônia.

Eu própria observei, em atendimentos de 2020 para cá, um aumento significativo de queixas sobre sono. A insegurança, o medo do futuro, a sobrecarga emocional e a falta de separação entre ambiente doméstico e profissional são desafios. O quarto deixou de ser apenas espaço de descanso: tornou-se também escritório, sala de aula, local de crises e preocupações.

Em tempos digitais, a hiperconectividade e o bombardeamento de notícias, cobranças e demandas virtuais também afetam diretamente a preparação para o sono. Muitas pessoas relatam ansiedade ao se deitar devido à expectativa de mensagens e notificações a qualquer hora, as famosas “urgências” sem fim.

Por isso, no atendimento online que faço para brasileiros em qualquer país, costumo orientar a valorizar rituais noturnos, desaceleração do corpo, dos pensamentos e das telas. O ambiente precisa permitir o repouso, mas a mente também precisa se sentir acolhida.

A infância, o desenvolvimento e a relação com o sono

Grande parte de nossas referências afetivas sobre o sono é construída na infância. Nossa relação com dormir pode estar marcada por experiências precoces, desde a presença (ou ausência) de figuras parentais ao ritual do cuidado noturno.

Algumas questões que costumo levantar, durante a escuta clínica, incluem:

  • Como era a rotina de sono na infância?
  • Havia segurança e carinho ao adormecer?
  • Houve traumas ou situações de medo noturno (como separações, perdas, doenças, discussões intensas antes de dormir)?
  • Como se lidava com o choro, o medo do escuro, as interrupções do sono?

Estas lembranças aparecem, muitas vezes, de forma indireta. Mas, na minha experiência, integrar essas memórias é um passo poderoso para quem busca transformar a relação com o dormir. Ao acolher o passado, é possível construir novas formas de reposo e autocuidado.

Ansiedade, depressão e sofrimento psíquico

Grande parte das queixas de insônia tem como pano de fundo quadros de ansiedade ou depressão, ou ambos. A mente inquieta, a antecipação de problemas, a preocupação com a rejeição ou fracasso, a sensação de perda de sentido… Tudo isso pode ocupar o espaço do sono.

No caso da ansiedade, há hiperatividade de pensamentos e alerta permanente. Na depressão, frequentemente o que aparece é o sono fragmentado, com despertar precoce e dificuldade de retornar ao repouso. Há, ainda, casos de hipersonia (necessidade de dormir excessivamente como fuga do sofrimento).

O cuidado psicanalítico traz, aqui, a possibilidade de escutar o que está oculto sob o sintoma. A insônia pode expressar desejos boicotados, sentimentos de inadequação, ou até mesmo resistência inconsciente à mudança. É como se o corpo gritasse, através da ausência de sono, que algo precisa ser olhado com urgência.

Sintomas são mensagens. Acolher é o começo da cura.
Mulher sentada na cama, pensativa à noite

Mudanças de vida, perdas e luto

Nenhum de nós atravessa a vida sem experiências de perda, luto ou ruptura. Mudanças súbitas (mudança de país, separação, desemprego, adoecimento familiar, término de relacionamentos) deixam marcas profundas, e muitas vezes, somem durante o dia, mas vêm à tona exatamente no silêncio da noite.

Assim, a insônia pode ser o sintoma mais visível de um sofrimento que ainda não encontrou palavras. Ao escutar com atenção o significado dessas mudanças, a psicanálise pode facilitar o processo de elaboração e permitir que, com o tempo, o sujeito recupere o direito ao repouso.

No atendimento online em psicanálise que ofereço, busco criar esse espaço seguro para que o sofrimento tenha lugar, seja reconhecido e, pouco a pouco, possa perder a força destrutiva sobre o sono e a vida.

O ciclo da insônia: ansiedade, frustração e autocrítica

Um elemento que vejo com frequência é o ciclo vicioso da insônia. Quem sofre com a dificuldade para dormir passa a temer a própria noite. O medo do fracasso em adormecer aumenta a ansiedade, e essa ansiedade, por sua vez, dificulta ainda mais o repouso. Quando a manhã chega, a frustração e a autocrítica aparecem: “Por que não consigo dormir como as outras pessoas?”

Esse ciclo pode incluir:

  • Preocupação antecipada ao anoitecer
  • Tentativas exaustivas de controlar o sono
  • Comparação constante com quem, aparentemente, dorme bem
  • Sensação de falha pessoal, inadequação e solidão

O atendimento psicanalítico se dedica a “quebrar” esse ciclo, trazendo novo significado ao sintoma, reduzindo a pressão interna e restaurando a confiança do sujeito em sua própria capacidade de descansar.

Ilustração abstrata quebra do ciclo da insônia

Como o atendimento psicanalítico online pode ajudar?

Eu costumo ouvir dos meus pacientes: “‘eu já tentei de tudo’... mas nunca tinha pensado em falar sobre minha dificuldade para dormir na terapia”. Muita gente associa insônia apenas a soluções médicas ou comportamentais, sem considerar a importância de compreender o que está por trás do sintoma.

Na minha abordagem, criar um espaço seguro, acolhedor, ético e sigiloso para falar sobre o sono é o primeiro passo. O atendimento online permite que você converse comigo de qualquer lugar do Brasil ou do mundo, adequando os horários à sua rotina e respeitando seu ritmo individual. O vínculo terapêutico, mesmo pela tela, é profundo e transformador.

A escuta psicanalítica proporciona sentido ao sintoma e liberdade ao sujeito.

O trabalho de investigação e elaboração psíquica pode envolver:

  • Identificação de padrões inconscientes ligados ao sono
  • Elaboração de experiências passadas que impactam o repouso
  • Reconhecimento de situações atuais e sentimentos que alimentam a insônia
  • Criação de novos sentidos para o sintoma, promovendo alívio e autonomia
  • Diferenciação entre causas físicas e emocionais, visando encaminhamentos adequados

Cada pessoa é única e cada história precisa de escuta singular. O tempo de cada um é respeitado, e a confiança é construída passo a passo. Nos meus atendimentos, valorizo o acolhimento afetivo, a ética rigorosa e o compromisso com o bem-estar do paciente.

Inclusive, já abordei em outros conteúdos do meu site temas como a história da psicanálise no Brasil e a maneira como o atendimento psicanalítico pode ser realizado online com brasileiros em qualquer parte do mundo. O que vejo é que, mesmo à distância, a transformação é possível, e muitas vezes, surpreendente.

Como transformar a relação com o sono: dicas psicanalíticas

Cada processo terapêutico é único, mas há pontos que costumo trabalhar com frequência junto aos meus pacientes que enfrentam dificuldade para dormir. Não são fórmulas mágicas, e sim pistas para iniciar uma nova relação com o sono.

  • Nunca ignore o sintoma: A insônia é um pedido de cuidado, não apenas um incômodo. Falar sobre ela já é o começo da mudança.
  • Cuide do ambiente: Luz, temperatura, conforto e silêncio influenciam, mas há um universo interno que precisa ser ouvido.
  • Evite rituais de autocrítica: Culpas e cobranças só reforçam o ciclo ansioso. Trate-se com gentileza, como trataria um amigo em sofrimento.
  • Pense no sono como um direito: Descansar não é luxo, é necessidade vital e legítima.
  • Permita-se pedir ajuda: A escuta psicanalítica pode revelar sentidos insuspeitos para a insônia e abrir caminhos de transformação.

Se você sente vontade de compartilhar sua história e cuidar do seu sono (e de si mesmo) de forma integral, saiba que estou disponível no meu site para acolher seu sofrimento. O atendimento é feito por vídeo ou áudio, com privacidade e flexibilidade, para brasileiros em qualquer parte do mundo.

O papel do autoconhecimento e a importância de buscar ajuda

Ao longo dos anos, notei que o maior ganho dos meus pacientes não é, apenas, dormir melhor. O verdadeiro presente é recuperar a confiança em si mesmo. A psicanálise não propõe soluções rápidas, mas a possibilidade de trilhar um caminho de autoconhecimento e liberdade.

Refletir sobre a história pessoal, entender padrões recorrentes, reconhecer sentimentos adiados e dar nome aos próprios medos transforma não só a relação com o sono, mas a própria vida. Dormir volta a ser natural, quando a gente se sente em paz consigo mesmo.

Quando você percebe que merece descanso e pode confiar (em si, nos outros, na vida), o sono deixa de ser motivo de angústia e passa a ser fonte de renovação. Se sente que precisa de apoio para iniciar essa mudança, saiba que estou à disposição para conversar e construir, junto com você, esse espaço de cuidado.

Dormir em paz é sinal de alma acolhida.

Conclusão: o sono e o direito ao descanso

Chegando ao final desse texto, quero convidar você a olhar para o sono com mais carinho, respeito e profundidade. Dificuldade para dormir não é sinal de fraqueza, exagero ou incapacidade. Ao contrário: é uma mensagem importante do seu inconsciente, pedindo atenção, acolhimento e transformação.

O trabalho psicanalítico online, como o que realizo na Manoela Santos – Psicanalista online, está justamente a serviço disso: ofertar um espaço seguro, sem julgamentos, onde a complexidade do sintoma pode ser escutada e compreendida. De qualquer lugar do país ou do mundo, você pode iniciar esse processo, seja sua noite de insônia por ansiedade, tristeza, trauma, medo do futuro ou situações ainda não nomeadas.

Se quiser conhecer melhor meu modo de trabalhar, refletir sobre sua história e transformar sua relação com o sono (e com a vida), marque uma conversa comigo. Uma nova travessia começa a cada decisão de cuidar de si.

Perguntas frequentes sobre dificuldade para dormir

O que causa dificuldade para dormir?

Diversos fatores podem causar dificuldade para dormir, como estresse, ansiedade, depressão, traumas, mudanças de rotina e contextos ambientais desfavoráveis. No olhar psicanalítico, também considero que conflitos internos e sentimentos não elaborados têm grande influência. Questões familiares, eventos traumáticos, medo de perder o controle e pensamentos recorrentes são exemplos comuns. Além disso, situações como uso excessivo de telas, consumo de cafeína à noite, doenças físicas e alterações hormonais também prejudicam o sono. Muitas vezes, é a soma de fatores emocionais e comportamentais que desencadeia ou mantém a insônia.

Como a psicanálise pode ajudar a dormir?

A psicanálise contribui para o autoconhecimento, proporcionando uma escuta aprofundada dos aspectos conscientes e inconscientes envolvidos na dificuldade para dormir. O processo terapêutico permite identificar padrões de pensamento, sentimentos reprimidos, medos e ansiedades ligados ao sono. Ao dar significado ao sintoma, a psicanálise oferece espaço para ressignificar experiências passadas e aliviar tensões psíquicas. Muitas vezes, só a compreensão profunda da própria história possibilita transformar a relação com o sono, tornando-o mais natural e restaurador.

Quais os sintomas de insônia emocional?

Os sintomas de insônia emocional incluem dificuldade para iniciar o sono, acordar diversas vezes durante a noite ou despertar muito cedo. Além disso, é comum sentir a mente acelerada, preocupação excessiva com problemas pessoais ou profissionais, sensação de alerta permanente e medo de “desligar” do controle. Ansiedade noturna, sensação de vazio, apatia e tristeza também estão entre os sintomas. Em muitos casos, o sono não é reparador e a pessoa acorda cansada, irritada e com baixa disposição para as atividades do dia.

Quando procurar um psicanalista para insônia?

Procure um psicanalista quando a dificuldade para dormir se tornar frequente, durar semanas ou meses e começar a prejudicar sua qualidade de vida. Quando sentir que a insônia está relacionada a questões emocionais, pensamentos repetitivos ou sofrimento psíquico, a escuta especializada pode fazer toda a diferença. Mudanças abruptas de humor, alterações no desempenho profissional ou acadêmico, sintomas físicos sem causa orgânica clara e impacto nas relações pessoais também são sinais de que é hora de buscar apoio. O atendimento online oferece flexibilidade e acolhimento, onde quer que você esteja.

Dificuldade para dormir tem cura?

A dificuldade para dormir pode ser superada com tratamento adequado, mudanças de hábitos e compreensão das causas emocionais envolvidas. O acompanhamento psicanalítico ajuda a identificar e elaborar conflitos internos, promovendo autoconhecimento e a construção de novas formas de lidar com o sono. Em alguns casos, é importante também investigar questões médicas. Cada pessoa tem sua trajetória, mas, sim, a superação sustentável é possível. O fundamental é reconhecer o problema, buscar ajuda e dar novos sentidos à própria história.